“Bordar é, acima de tudo, fazer com que aquela criação do papel se torne viva. Antes mesmo de ser desenvolvida a técnica do "avesso perfeito", eu já aperfeiçoava uma técnica para iniciar o bordado, o "direito perfeito", que considero melhor do que o "avesso vertical".  Desta forma, o meu trabalho tem sempre um efeito aveludado.

É muito importante se manter fiel à proposta original do papel para que o trabalho se torne reprodutível, ou seja, fica mais fácil resgatar um trabalho que se queira repetir quando se é fiel à fonte.

Hilda Santos Silva

Niterói (RJ)